Oli Podcast T1. Ep.3 – A minha paixão por comida

Como boa portuguesa, não há nada que me faça mais feliz do que uma mesa cheia. De boa conversa. De boas pessoas. De bom ambiente. De boa bebida. De boa comida. Umas das coisas que tenho mais saudades, e que vou querer fazer logo que possível, é ir jantar fora, quando tudo isto terminar. E vocês? Também são do #teamfood?

Na minha viagem pelas minhas paixões ao longo da primeira temporada do podcast, aterrei hoje na minha paixão por comida.

É um dos grandes prazeres que tenho na vida, e no Oli Podcast conto como acho que isso é uma característica que está bem incutida em nós, portugueses.

Mas, se por um lado adoro comer, por outro não posso garantir que essa relação foi sempre fácil. No episódio de hoje conto como trabalhar num escritório alterou completamente a forma como me alimentava e o quão nocivo isso foi. A nível fisico, e sobretudo psicológico. Eu paguei a fatura do declínio da minha alimentação.

Para sair desse efeito bola de neve, cada vez mais destrutivo, e antes de chegar a um ponto em que destruir a bola de neve seria ainda mais difícil, eu procurei a ajuda de uma nutricionista.

É importante perceber o quão essencial é procurar profissionais especializados que nos ajudem a vivermos de uma vida mais longa e com qualidade. Nunca dispensem esta ajuda, é preciosa. No meu caso, uma nutricionista foi a solução para começar a entrar no bom caminho novamente. Para vocês pode ser um personal trainer, um coach… O importante é permitirem-se ouvir o vosso corpo e perceberem o que ele vos pede, e agirem em conformidade. Pedir ajuda não é um ato de cobardia. Na verdade, é um dos maiores atos de coragem.

Para quem, como eu, está numa jornada de encontrar o equilíbrio através da alimentação, é importante saber que chegar ao fundo do poço não foi um processo que demorou um dia. Demorou imenso tempo, hábitos saudáveis foram substituídos por hábitos nocivos. Agora, caminhando em direção a um estilo de vida melhor, é preciso compreender e aceitar que o caminho não será feito num mês. Levará tempo. Terá erros. Todos os hábitos nocivos terão de ser transformados em hábitos saudáveis, novamente. Não há atalhos, não há caminho mais curto a seguir. Não há a dieta milagrosa, o chá milagroso. Esta é uma viagem que nos acompanha a vida toda. Não é um sprint, é uma maratona. É importante que nos ofereçamos o tempo necessário a implementar hábitos saudáveis que fiquem connosco de forma permanente. E isso requer tempo. E paciência. E foco. E disciplina.

Numa outra nota, gostaria também de referir que, quando escolhemos viver uma vida mais saudável, não significa que nos seja proibido comer um bom bolo, um chocolate, uma pizza, um hambúrguer… (inserir aqui a vossa comida favorita). Significa que podem comer o que quiserem, sem restrições. Porém, serão disciplinados e darão prioridade aos alimentos que vos nutrem o organismo e vos fazem viver com alegria, energia e vitalidade.

É tudo uma questão de viver de forma equilibrada. Isto, é o mais importante.

Para finalizar, deixo-vos aqui a sugestão de alguns lugares para animarem o vosso paladar, quando a quarentena terminar.

Pensavam que me ia esquecer da surpresa? Não! Então, os convidados especiais do post de hoje que vão dar sugestões sobre restaurantes para o pós quarentena são os @weekendlovers_pt . Aqui ficam as 10 sugestões que eles nos deixam. Não se esqueçam de seguir a página de Instagram deles para muito mais dicas e inspiração!


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